Programa Espaço Livre com Gilmar Dantas - Entrevista com Gustavo Caribé

Programa Espaço Livre com Gilmar Dantas, na Rádio Canabrava FM, 104.9. O entrevistado do dia foi Gustavo Caribé, onde agradeceu todos os eleitores e apoiadores da campanha para deputado estadual. 

Paulo Câmara anuncia prazo para concluir hospital em Serra Talhada, PE

Quatro horas após ser reeleito, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), durante entrevista ao G1, assegurou que o Hospital Geral do Sertão (HGS) que está em obras em Serra Talhada, será concluído até o segundo semestre de 2019.

Serão investidos cerca de R$ 60 milhões num equipamento público com 10 leitos de UTI pediátrica, 10 leitos de UTI adulto e nas duas modulagens, ao final, serão mais de 200 leitos.

“A gente está focando na questão da saúde sabendo das dificuldades, sabendo que a procura pelo serviço público aumentou muito nos últimos anos. [Vamos] encurtar as distâncias, tanto é que nós estamos fazendo o Hospital Geral do Sertão lá em Serra Talhada, que já está em obras”, disse o governador.

De acordo com Paulo Câmara, a construção do hospital em Serra Talhada vai diminuir em cerca de 400 km a distância que as pessoas do Sertão percorrem quando precisam dos serviços de média e alta complexidade. O governador prometeu concluir a obra no segundo semestre de 2019.

Via Farol de Notícias

Bolsonaro promete viajar pelo Norte e Nordeste

Folha de S. Paulo – Coluna Painel

Por Daniela Lima

Jair Bolsonaro disse a aliados que, se for liberado pelos médicos, pretende viajar para o Nordeste e ir a Roraima, região Norte do país. Ele não planeja, por enquanto, voltar a São Paulo –estado em que já obteve forte desempenho eleitoral no primeiro turno.

Projeções sobre um eventual governo Bolsonaro tomaram parte da reunião de dirigentes do centrão, na segunda (8). Ala do grupo considera o presidenciável imprevisível e vê risco de um esgaçamento rápido nas relações entre Planalto e Congresso, caso ele seja eleito –o que essas siglas julgam provável.

A eventual eleição de Bolsonaro embaralhou, inclusive, os planos de sucessão no comando da Câmara e do Senado. O centrão ainda não encontrou um senador disposto a disputar a presidência da Casa sob um governo do capitão reformado.

Haddad sobre debate com Bolsonaro: Vou até a enfermaria em que ele estiver

Do G1

Em entrevista coletiva para jornalistas da imprensa internacional, hoje, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, convocou o adversário Jair Bolsonaro (PSL) a comparecer aos debates televisivos. Bolsonaro afirmou que não irá ao primeiro debate do segundo turno por questão de saúde.

"Eu vou na enfermaria em que ele estiver para debater o país. Os brasileiros precisam saber a verdade sobre as coisas. Vamos tratar isso de forma adulta e não fazendo criancice na internet contando com a boa-fé das pessoas que são crédulas. Muita gente acredita no que recebe no WhatsApp, mas lá você não tem o contraditório. No debate você tem", disse Haddad.

Ao falar sobre notícias falsas quem têm sido distribuídas durante a campanha, o petista afirmou que a Justiça brasileira não consegue conter os danos de imagem que elas produzem.

"A justiça cassa, vão lá e produzem outros (...) Eu entendo que no segundo turno o peso das fake news é menor, se tiver debate. Não há como se acovardar no debate. Ele vai ter que enfrentar. As atitudes covardes de redes sociais são impossíveis no debate face a face. Temos que passar a limpo muita coisa", disse.

Bolsonaro ficará fora do 1º debate do 2º turno

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, foi submetido a uma nova avaliação médica, na manhã de hoje, em sua casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Segundo o clínico cardiologista Leandro Echenique, a cirurgia completa hoje 34 dias e Bolsonaro está se recuperando, mas ainda não está liberado para fazer campanha.

"Ele perdeu 15 quilos de massa muscular e ainda está fraco. Ele precisa de uma dieta de recuperação proteica.", disse o médico, ressaltando que na próxima quinta-feira Bolsonaro deve ir ao hospital e provavelmente será liberado para campanha e debates.

Está previsto para essa semana o debate entre os presidenciáveis Fernando Haddad (PT) e Bolsonaro na TV Band. A assessoria de imprensa do candidato do PSL confirmou que ele não participará do debate desta semana.

Bolsonaro sofreu um ataque no dia 6 de setembro durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Adélio Bispo de Oliveira, preso for esfaquear o candidato, foi indiciado por prática de atentado pessoal por inconformismo político. Segundo a investigação da Polícia Federal, ele agiu sozinho no atentado.

PPS declara oposição a Bolsonaro e Haddad

O presidente do PPS, Roberto Freire, afirmou, hoje, que o partido não apoiará Jair Bolsonaro (PSL) nem Fernando Haddad (PT) no segundo turno da disputa presidencial.

O anúncio foi feito após reunião da Executiva Nacional do partido. Segundo Freire, os dois projetos de governo "flertam com ditaduras" e colocam em risco o estado democrático de direito.

"O partido decidiu que não vai apoiar nenhuma das duas candidaturas e explica, por conta de que são projetos autoritários, que não respeitam a democracia e colocam em risco o estado democrático de direito", disse Freire.

"O partido vai afirmar para a sociedade o que é de fundamental importância nesse futuro governo, seja ele qual for. Do respeito ao estado democrático de direito, defesa das liberdades, inclusive liberdade de expressão, de imprensa. São liberdades que estão em risco, exatamente porque são projetos que flertam com ditaduras", explicou o líder da legenda.

Freire já havia dito que não apoiaria nenhum dos dois e que o PPS faria "oposição responsável" ao presidente eleito. Na prática, os diretórios estaduais, assim como filiados da legenda, poderão escolher entre Bolsonaro ou Haddad.

"Nós respeitamos a liberdade de consciência das pessoas. Exigimos dos nossos filiados, que podem ter a posição que quiser, mas que ressaltem a posição do partido muito claramente contra qualquer das duas candidaturas", disse Freire.

O presidente do PPS chegou a se referir a Bolsonaro como "enaltecedor da ditadura, tortura e torturadores". "Precisamos impedir retrocessos", ressaltou.

Confira os deputados federais eleitos por Pernambuco

João Campos (PSB)

Marília Arraes (PT)

André Ferreira (PSC)

Felipe Carreiras (PSB)

Luciano Bivar (PSL)

Pastor Eurico (Patriota)

Sebastião Oliveira (PR)

Eduardo da Fonte (PP)

André de Paula (PSD)

Silvio Costa Filho (PRB)

Daniel Coelho (PPS)

Raul Henry (MDB)

Túlio Gadêlha (PDT)

Danilo Cabral (PSB)

Fernando Monteiro (PP)

Wolney Queiroz (PDT)

Augusto Coutinho (SD)

Ricardo Teobaldo (Podemos)

Fernando Filho (DEM)

Gonzaga Patriota (PSB)

Carlos Veras (PT)

Bispo Ossesio (PRB)

Renildo Calheiros (PCdoB)

Tadeu Alencar (PSB)

Fernando Rodolfo (PHS)

Confira os deputados estaduais eleitos por Pernambuco

Gleide Ângelo (PSB)

Pastor Cleiton Collins (PP)

Clodoaldo Magalhães (PSB)

Guilherme Uchoa Jr (PSC)

Doriel Barros (PT)

Aglailson Victor (PSB)

Manoel Ferreira (PSC)

Rodrigo Novaes (PSD)

Adalto Santos (PSB)

Joaquim Lira (PSD)

Francismar (PSB)

Diogo Moraes (PSB)

Clarissa Tércio (PSC)

Lucas Ramos (PSB)

Priscila Krause (DEM)

Simone Santana (PSB)

Gustavo Gouveia (DEM)

Claudiano Filho (PP)

Alessandra Vieira (PSDB)

Joel da Harpa (PP)

William Brigido (PRB)

Juntas (PSOL)

Waldemar Borges (PSB)

Tony Gel (MDB)

Eriberto Medeiros (PP)

Isaltino (PSB)

Fabíola Cabral (PP)

Alberto Feitosa (SD)

Clovis Paiva (PP)

Antonio Moraes (PP)

Terresa Leitão (PT)

João Paulo (PCdoB)

Romero Sales Filho (PTB)

Romero (PP)

Henrique Queiroz Filho (PR)

Antônio Coelho (DEM)

Zé Queiroz (PDT)

Rogério Leão (PR)

Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB)

Wanderson Florêncio (PSC)

João Eudes (PP)

Romário Dias (PSD)

Cláudia de Lupércio (SD)

13 estados e o DF terão disputa de segundo turno

13 estados e o DF terão disputa de segundo turno

Vão disputar o segundo turno candidatos de 13 estados e do DF, veja quais são:
AM
Wilson Lima PSC
33,86%
Amazonino Mendes PDT
32,61%

AP
Waldez PDT
33,55%
Capi 40 PSB
30,10%

DF
Ibaneis MDB
41,97%
Rodrigo Rollemberg PSB
13,94%

MG
Romeu Zema NOVO
42,75%
Antonio Anastasia PSDB
29,05%

MS
Reinaldo Azambuja PSDB
44,61%
Juiz Odilon PDT
31,62%

PA
Helder MDB
47,75%
Marcio Miranda DEM
30,19%

RJ
Wilson Witzel PSC
41,28%
Eduardo Paes DEM
19,56%

RN
Fatima Bezerra PT
46,14%
Carlos Eduardo PDT
32,48%

RO
Expedito Junior PSDB
31,59%
Coronel Marcos Rocha PSL
23,99%

RR
Antonio Denarium PSL
42,27%
Anchieta PSDB
38,67%

RS
Eduardo Leite PSDB
35,89%
José Ivo Sartori MDB
31,11%

SC
Gelson Merísio PSD
31,12%
Comandante Moisés PSL
29,72%

SE
Belivaldo PSD
40,83%
Valadares Filho PSB
21,50%

SP
João Doria PSDB
31,77%
Marcio França PSB
21,48%

Derrotados, Sarneys saem de cena no Maranhão

A eleição de 2018 no Maranhão foi um duro golpe à família Sarney. Além da derrota de Roseana (MDB) na disputa para o governo, Sarney Filho (PV), que por nove mandatos tem cadeira em Brasília como deputado federal, não foi eleito senador –os dois são filhos do ex-presidente José Sarney. Pela primeira vez em quase 50 anos o sobrenome Sarney não estará representado no Congresso Nacional.

Flávio Dino (PC do B) foi reeleito governador do Maranhão em primeiro turno, mas levou também à vitória seus dois candidatos ao Senado, os deputados federais Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS). Eles bateram não só Sarney Filho, mas também outro tradicional político do Estado, Edison Lobão (MDB), ex-governador e ex-ministro e que estava no Senado Federal desde 1995. Ele foi apoiado por Roseana Sarney

O patriarca José Sarney, talvez pressentindo problemas, mudou no início do ano seu domicílio eleitoral para o Maranhão para tentar ajudar nas articulações políticas – desde o início dos anos 1990 ele votava e se elegia senador pelo Amapá, mas não se aposentou em 2014. Sarney esteve como deputado federal nos anos 1950 e 1960, mas se consolidou definitivamente ao Congresso em 1971, quando se elegeu Senador pelo Maranhão depois de um mandato como Governador do Maranhão. Desde então, sempre teve alguém com sobrenome Sarney em Brasília, seja no Senado ou na Câmara.

O enfraquecimento do poder dos Sarney no Estado começou a ser detectado em 2006, quando Jackson Lago, do PDT, venceu Roseana Sarney. Ele colocava ali um fim de 40 anos de domínio dos Sarney no Estado, mas durou pouco. Em fevereiro de 2009 o TSE decidiu acatar pedido da coligação de Roseana, sobre irregularidades na campanha de Lago, e o cassou. Roseana assumiu pela terceira vez como governadora, e foi reeleita em 2010. Somente quatro anos depois que, definitivamente, o grupo saiu do poder no Estado quando Lobão Filho, apoiado pelos Sarney, perdeu para Flávio Dino.

A Justiça Eleitoral ainda pode ser o caminho para o retorno dos Sarney, já que o TRE-MA deve julgar nos próximos meses a inelegibilidade decretada em primeira instância de Flávio Dino, por suposto abuso de poder nas eleições municipais de 2016 para ajudar aliado na cidade de Coroatá, no interior.

Como prêmio de consolação o neto de José Sarney, Adriano, deve ganhar mais um mandato como deputado estadual. Ele passa, a partir de agora, a ser a esperança de que o sobrenome possa retomar espaço na política maranhense em breve. (Folha de S.Paulo)