Jovem salgueirense de 19 anos morre afogado no Rio São Francisco

O jovem Alisson Silva, conhecido popularmente como Peu, de 19 anos, morreu afogado nesse domingo durante um dia de lazer no Rio São Francisco, no trecho do distrito de Ibó-PE, na zona rural de Belém do São Francisco.

De acordo com informações do Blog Alvinho Patriota, Peu estava se divertindo no local com familiares e amigos quando aconteceu a fatalidade.

A vítima residia no bairro Nossa Senhora Aparecida (Prado), jogava handebol profissional e era muita conhecida em Salgueiro. Alisson também era muito envolvido nas causas LGBT e consciência negra. Nas redes sociais os amigos estão lamentando a morte prematura do rapaz.

Quase metade dos municípios decretou emergência ou calamidade de 2003 a 2016

Entre os anos de 2003 e 2016, praticamente metade dos 5.570 municípios do país foi obrigada a decretar, pelo menos uma vez em sete anos diferentes, situação de emergência ou estado de calamidade pública em virtude de secas e estiagens. De acordo com o relatório pleno de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2017, divulgado nesta segunda-feira (04) pela Agência Nacional de Águas (ANA), do total de cidades afetadas por longos períodos sem chuva, 1.794 são da Região Nordeste.

No mesmo período, de acordo com o relatório, 48 milhões de pessoas foram afetadas por secas ou estiagens no Brasil. Ao todo, foram registrados 4.824 eventos de seca com danos humanos. Somente no ano passado, 18 milhões de habitantes do país foram afetados por fenômenos climáticos que provocaram escassez hídrica. Desse total, 84% viviam na Região Nordeste.

Ainda conforme o relatório, o Nordeste registrou 83% dos 5.154 eventos de secas registrados no país entre os anos de 2003 e 2016, que prejudicam a oferta de água para abastecimento público, geração hidrelétrica, irrigação, produção industrial e navegação.

Em sua terceira edição, o relatório pleno de Conjuntura dos Recursos Hídricos é composto por dados de mais de 50 instituições parceiras da ANA e faz uma radiografia da situação das águas do país.

Conforme o levantamento, secas e cheias representaram 84% dos quase 39 mil desastres naturais entre 1991 e 2012, afetando cerca de 127 milhões de brasileiros. No período de 1995 a 2014, as perdas decorrentes desses problemas chegaram a R$ 182,7 bilhões. Em media, os prejuízos são de R$ 9 bilhões por ano ou aproximadamente R$ 800 milhões por mês.

Enxurradas: Se a seca causou impacto nas cidades nordestinas, o relatório mostra que as fortes chuvas e as cheias atingiram especialmente municípios do Sul do país. Entre 2003 e 2016, 47,5% dos municípios do país declararam situação de emergência ou estado de calamidade pelo menos uma vez por causa de cheias. Desses, 55% (1.435) ficam no Sudeste ou no Sul.

“Ao contabilizar eventos de cheia, o Conjuntura informa que entre 2013 e 2016 um total de 7,7 milhões de brasileiros sofreram com os impactos dos diferentes tipos de cheias: alagamentos, enxurradas e inundações. Apenas em 2016, cerca de 1,3 milhão de habitantes sofreram com a água em excesso” diz trecho do relatório.

No período, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul tiveram 44% dos registros de eventos de cheias associados a danos para pessoas no país.

Consumo: De acordo com o relatório, em média, por ano, do total de água retirada dos rios, córregos, lagoas, lagos e reservatórios no país, 46,2% vão para irrigação, 23,3% para abastecimento urbano, 10,3% para termoelétricas, 9,2% para a indústria, 7,9% para abastecimento animal, 1,6% para abastecimento rural e o mesmo percentual para mineração.

Do total de água consumida no país, 67,2% são utilizadas para irrigação, 11,1% no abastecimento animal, 9,5% na indústria, 8,8% no abastecimento urbano, 2,4% no abastecimento rural, 0,8% na mineração e 0,3% nas termoelétricas.

Segundo o estudo, a demanda por uso de água no Brasil é crescente, com aumento estimado de aproximadamente 80% no total retirado de água nas últimas duas décadas. “Até 2030, a previsão é de que a retirada aumente em 30%”, mostra o relatório. De acordo com a ANA, a evolução do uso da água está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e ao processo de urbanização do país. (Via: Agência Brasil)

Câmara gasta mais de R$ 4 milhões em auxílio-moradia com 84 apartamentos vazios

Os apartamentos funcionais da Câmara dos Deputados, em Brasília, continuam gerando custos desnecessários. O desgaste dos imóveis exige manutenção e reformas. Há condomínios quase sem moradores que precisam manter a folha de pagamento dos funcionários.

Além disso, deputados que esperam por um apartamento recebem o auxílio-moradia. Estamos falando de milhões de reais. E quem paga essa conta, claro, é o contribuinte.

Apartamentos de encher os olhos. Espaçosos, com mais de 200 metros quadrados, acabamento de primeira, cozinha mobiliada, tudo novinho.

A Câmara mantém 18 prédios em Brasília para moradia de deputados . Alguns foram totalmente reformados. Ao todo, são 432 apartamentos funcionais. Só com a manutenção, nos últimos quatro anos a Câmara gastou R$ 9,5 milhões.

E ainda tem 84 apartamentos que estão vazios. Vão passar por reforma ou pequenos reparos.

Manter esses apartamentos fechados custa caro para a Câmara e para o contribuinte, que é quem, no final, paga a conta.

Isso porque mesmo quando o prédio está totalmente desocupado, a Câmara mantém o pessoal trabalhando 24 horas por dia. É o pessoal da limpeza, da segurança, os zeladores, tem que pagar a conta de luz e, ao mesmo tempo, tem que pagar auxílio moradia pros deputados que não tem apartamento funcional pra morar.

Só por conta dos imóveis fechados, 84 deputados estão recebendo a ajuda mensal de R$ 4.253 para pagar aluguel ou morar em um hotel. Por ano, são mais de R$ 4.287.024. Noventa deputados aguardam em uma fila de espera por imóveis funcionais.

Os apartamentos da Câmara só podem ser ocupados por deputados, mas têm servidores morando em sete imóveis funcionais da casa legislativa.

Um deles, o Bom Dia Brasil mostrou na semana passada, é onde mora Maria Tereza Buaiz, funcionária da liderança do PR. Ela deu guarida ao presidente nacional do partido governista enquanto ele estava foragido da Polícia Federal. (Via: G1)

Espera por cirurgia eletiva no SUS chega a 12 anos

Pelo menos 904 mil pessoas esperam por uma cirurgia eletiva – não urgente – no Sistema Único de Saúde (SUS). Parte desses pacientes aguarda o procedimento há mais de 10 anos. É o que mostra levantamento inédito feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) com dados das secretarias da Saúde dos Estados e das capitais brasileiras obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. A demora para realizar procedimentos, afirmam especialistas, pode agravar o quadro dos pacientes.  As informações foram publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo a entidade, o número de demandas represadas é provavelmente mais alto, já que somente 16 Estados e 10 capitais responderam. Há ainda a fila por procedimentos nos serviços de saúde federais.

O levantamento revela também que a quantidade de pessoas que aguardam cirurgia no sistema público é maior do que o medido pelo Ministério da Saúde. Em julho deste ano, a pasta divulgou a primeira lista única desse tipo de procedimento – antes disso, os números eram registrados só pelos Estados e municípios e nunca haviam sido centralizados.

Na ocasião, a pasta informou que a fila era de 804 mil solicitações no País. Na última semana, novo balanço apresentado pelo ministério apontou que, após avaliação feita pela ouvidoria, o número caiu para 667 mil pedidos, porque havia duplicidade de cadastros na primeira lista.

“Tanto o número do ministério quanto o levantado pelo CFM são subestimados, porque parte dos Estados não respondeu ou não possui os dados organizados. Há ainda aquelas pessoas que precisam da cirurgia, mas nem sequer têm acesso ao especialista que dá o encaminhamento”, destaca o presidente em exercício do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro.

O próprio ministro da Saúde, Ricardo Barros, admitiu haver falhas de informação nas listas passadas pelos governos locais à pasta. “Quando os Estados começaram a fazer mutirões, constatamos que a maioria das pessoas que passaram pelas cirurgias não constavam da lista inicial passada pelo Estado. Isso demonstra que nossa fila não era exata”, diz ele, referindo-se aos mutirões realizados pelos Estados com verba extra federal repassada após a criação da fila única, em julho.

Complicações: A demora na realização de cirurgias pode levar ao agravamento do quadro de saúde do paciente, piorando o prognóstico e aumentando os custos para o próprio sistema. Quem não faz a cirurgia eletiva, diz Britto Ribeiro, “vai acabar caindo um dia no sistema de urgência e emergência ou operado num quadro muito pior do que no início da doença.”

É o caso da comerciária Ana Célia Gonçalves, de 52 anos, que aguarda cirurgia renal desde 2012. Quando seu nome foi incluído na lista, ela tinha quadro leve de cálculo renal. Neste ano, descobriu que o rim direito perdeu totalmente a funcionalidade com o agravamento da doença. Agora, a cirurgia será de retirada completa do rim.

“O exame deste ano mostrou que o órgão está com 13% da capacidade, o que, para os médicos, já é considerado perdido. O rim esquerdo também está em risco, tenho medo de perdê-lo também”, afirma. “Mas, quando reclamo, só ouço que tenho que ter paciência e aguardar na fila”, conta Ana Célia, que se trata no Hospital Universitário Walter Cantídio, em Fortaleza.

Ela diz sofrer de dores agudas e segue dieta restrita para o problema não piorar ainda mais. “Tenho medo de perder o outro rim e precisar, então, de diálise e entrar na fila de transplante.” Procurado pela reportagem, o hospital não se manifestou.

Longa espera: Ao menos 750 pedidos de cirurgias no País estão na fila há mais de 10 anos. No Estado de São Paulo, há casos em que o paciente aguarda desde 2005, recorde entre os Estados que responderam ao CFM. Na rede paulista, 143 mil esperam por cirurgia eletiva.

A secretaria paulista disse que demanda reprimida por cirurgias eletivas é uma realidade nacional, causada sobretudo pela defasagem na tabela de valores de procedimentos hospitalares do ministério, “congelada há anos e que não cobre os reais valores dos atendimentos”. Disse também que o número anual de procedimentos feitos sob gestão do Estado subiu 21% nos último sete anos, de 179,2 mil para 217,1 mil. Segundo o órgão, também são feitos mutirões de cirurgias.

Entre os procedimentos com o maior número de demandas represadas no Brasil estão as cirurgias de catarata (113.185), correção de hérnia (95.752), retirada da vesícula (90.275), varizes (77.854) e de amígdalas ou adenoide (37.776). Só estes cinco tipos concentram quase metade de todos os pedidos na fila.

Número de homicídios no Brasil supera outros 52 países somados

Em 2016 o Brasil chegou à nefasta marca de 61,6 mil homicídios no ano. Para se ter uma noção, se somarmos o número total de assassinatos na Europa inteira, Estados Unidos e China; o Brasil ainda leva uma vantagem de quase 13 mil mortos. 

Os números são ainda mais alarmantes quando se leva em consideração a dimensão populacional. A China, por si só, tem uma população quase cinco vezes maior e índices de crimes violentos quase seis vezes menor. 

Até em comparação com países subdesenvolvidos como a Indonésia, com 253 milhões de habitantes, O Brasil leva uma vantagem de mais de 60 mil vítimas no ano. 

Se somarmos os números de vítimas do México, África do Sul, Colômbia e Paquistão, ainda levamos uma vantagem de quase 8 mil mortos. 

Dentre os países em desenvolvimento apenas a Índia tem números próximos aos brasileiros. Foram 41,6 mil mortes violentas contra 59 mil no Brasil (em 2015). Ainda assim, a população da Índia é seis vezes maior que a brasileira. 

Realidades distintas: Apesar dos indicativos, é preciso entender que um país de dimensões continentais como o Brasil abriga realidades distintas. Um morador de Jardim Paulista, em São Paulo, usufrui de uma realidade similar a Suécia. 

Por outro lado, um morador de Nossa Senhora da Apresentação, bairro de Natal, vive num clima de terror. Sendo o bairro mais violento da 10ª cidade mais conturbada do mundo, os moradores de Nossa Senhora conviveram com 40 homicídios apenas no primeiro semestre de 2017. Os primeiros seis meses do ano já tornam o bairro mais violento que a maioria dos países do hemisfério norte. (Via: DP)

Sebrae realiza 2ª Encontro de Negócios de Beleza da Mata Norte

PN      sebrae_logo  550X300A Unidade Mata Norte do Sebrae em Pernambuco realiza, em parceria com o Sesc e Senac, o 2ª Encontro de Negócios de Beleza da Mata Norte. O evento tem o objetivo de formar um hábito empreendedor nos participantes e proporcionar a oportunidade de profissionais do segmento da beleza e fornecedores da área fecharem negócios. As vagas da ação são limitadas e as inscrições podem ser feitas por telefone ou na unidade Mata Norte do Sebrae.

No encontro haverá palestras sobre marketing e como vender melhor o seu produto. Além disso, os fornecedores irão apresentar oportunidades e em seguida haverá uma sessão de negócios, onde os profissionais da beleza podem firmar parcerias com os empresários.

De acordo com o analista do Sebrae em Pernambuco, Gessé Antunes, essa é uma ótima oportunidade para os empreendedores da Mata Norte. “O evento proporciona o encontro entre os fornecedores e profissionais da beleza, onde firmando contratos eles podem conseguir descontos e até ter uma viabilidade maior na compra de produtos que não são facilmente encontrados na região”, pontua.

Justiça libera propaganda do governo sobre reforma da Previdência

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O desembargador Hilton Queiroz, presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), derrubou nessa segunda-feira (4) a decisão liminar (provisória) que havia suspendido a veiculação da campanha publicitária do governo federal sobre a reforma da Previdência.

Para Queiroz, ao decidir suspender a propaganda da Previdência, a juíza federal Rosimayre Gonçalves de Carvalho praticou uma “grave violação à ordem pública”. O desembargador escreveu ainda que a liminar representava “explícita violação ao princípio constitucional da separação de Poderes”.

A suspensão da exibição das peças publicitárias foi solicitada a partir de uma ação protocolada pela Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), entre outras entidades.

Na decisão pela suspensão, proferida na semana passada, a juíza Rosimayre Gonçalves de Carvalho, da 14ª Vara Federal de Brasília, entendeu que o conteúdo das peças publicitárias veicula desinformações.

“A notícia leva a população brasileira a acreditar que o verdadeiro motivo do déficit previdenciário é decorrência exclusiva do regime jurídico do funcionalismo público, sem observar quaisquer peculiaridades relativas aos serviços públicos e até mesmo às reformas realizadas anteriormente. Essa diretriz conduz a população ao engano de acreditar que apenas os servidores públicos serão atingidos pela mudança”, disse a juíza.

No dia seguinte à suspensão, a Advocacia-Geral da União recorreu ao TRF1. No pedido, a AGU argumentou ser dever da União “demonstrar à população a necessidade de mudança do sistema previdenciário diante da possibilidade concreta de ausência de recursos para fazer frente ao pagamento de aposentadorias”.

Trata-se da segunda vez em que uma decisão da Justiça Federal leva à interrupção da publicidade do governo sobre a reforma da Previdência. Em março, a juíza Marciane Bonzanini, da 1ª Vara Federal de Porto Alegre, também ordenou a suspensão das propagandas. A decisão acabou revertida pelo TRF4.

Sesi/PE oferece 600 exames de próstata e mama gratuitos em Araripina

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O Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi/PE) reforça a luta pela prevenção aos cânceres de próstata e mama no Sertão. Serão oferecidos 600 exames gratuitos em Araripina. O atendimento começa, nesta segunda (04) e vai até quinta-feira (07). Confira o cronograma abaixo. Os exames acontecem sempre das 8h às 13h, na unidades do Sesi na cidade. Mais informações pelo telefone: (87) 3873.1087.

“Essa ação faz parte do compromisso social do Sesi/PE em promover a qualidade de vida da população, especialmente do trabalhador da indústria. Por isso, temos atuado firmemente em facilitar o acesso de homens e mulheres aos exames necessários para obter um diagnóstico precoce do câncer de próstata e mama, que aumenta as chances de cura em 90% e reduz as sequelas do tratamento”, afirma o superintendente da entidade, Nilo Simões.

Para prevenir o câncer de próstata, serão realizados os exames de ultrassonografia e, se necessário, o PSA, exame de sangue que complementa o diagnóstico da doença. Já para as mulheres serão oferecidos o ultrassom da mama e, quando precisar, mamografia, para fechar o diagnóstico.

Podem realizar os exames, qualquer pessoa a partir de 40 anos, mas os trabalhadores da indústria terão prioridade no atendimento. Quem tiver menos de 40 anos poderá realizar os exames, desde que possua encaminhamento médico. No caso do exame de próstata, será necessário fazer jejum de 4h.

Para ser atendido basta apresentar o CPF, a carteira de trabalho ou o crachá da empresa onde atua para provar que é trabalhador da indústria.

Estado – Além do Sertão, o Sesi/PE já realizou outros 1.640 exames em Recife, Camaragibe e Paulista, na Região Metropolitana; Goiana, na Zona da Mata; Belo Jardim e Caruaru, no Agreste. Até o final do ano serão oferecidos outros 2.550 mil exames de mama e próstata para as cidades de Moreno e Recife, na RMR e Escada, na Zona da Mata do Estado. “Pretendemos retornar ao Sertão e beneficiar outras cidades com mais exames de prevenção à essas doenças no próximo ano”, revela o superintendente. “Quando tivermos o cronograma pronto, divulgaremos”, conclui.

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Prefeitura e PM reforçam segurança no Centro de Petrolina

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Uma grande mobilização foi anunciada, nesta segunda-feira (04), para garantir mais segurança no Centro de Petrolina durante os festejos de fim de ano. Mais de 70 agentes da Guarda Municipal, Polícia Militar e Autarquia Municipal de Mobilidade (Ammpla) irão trabalhar exclusivamente nas ruas da área central da cidade até o dia 31 de dezembro. A articulação tem apoio também da Câmara de Dirigentes Lojistas e Sindilojas e pretende dar maior tranquilidade a milhares de petrolinenses que farão as compras de Natal e Réveillon.

Denominada Operação Papai Noel, a iniciativa contará ainda com suporte de monitoramento por câmeras de um trailer da Guarda Municipal. Também será reforçada a segurança móvel com viaturas da PM, Guarda e Ammpla. “Segurança não é uma obrigação apenas do Governo do Estado, entendemos que seja de todos nós, PM, Prefeitura, Guarda e sociedade. Por isso, estamos unindo forças com os comerciantes e as entidades de segurança para garantir a proteção de nossa cidade”, destacou o prefeito durante a solenidade de lançamento da Operação Natal.

Dezembro é o mês de maior movimentação no setor varejista. A expectativa deste ano, segundo a CDL, é de um aumento de 5% no total de vendas no Centro de Petrolina em relação a 2016.

Setor de saúde movimentará R$ 3 bilhões em fusões e aquisições

217_img-675O envelhecimento da população brasileira e a tendência de melhora da renda, além do baixo número de hospitais e clínicas em relação ao número de habitantes no Brasil, atraem os investidores estrangeiros a buscarem oportunidades no setor de saúde do país. A estimativa é de que este mercado movimente cerca de R$ 3 bilhões até 2018, diante do interesse de grandes grupos e fundos de investimentos. Há oportunidades em diversos estados, mas a busca maior é pela região Sudeste. “Quando existe qualquer melhoria na renda, as pessoas optam pelo atendimento particular, o que torna o setor atrativo no momento”, explica o especialista em operações de M&A David Denton, da Okto Finance que já concluiu algumas transações no setor  de saúde e no momento encontra no processo de conclusão de venda de outra companhia do segmento a investidores estrangeiros. Ele lembra que o interesse cresce desde o início de 2015, quando foi aprovada a medida provisória que permitiu a entrada de capital estrangeiro no setor.

Mesmo com o crescimento das clínicas populares, ainda há espaço para que novos negócios aconteçam. Segundo dados do simulador de prospecção da Econodata existem pouco mais de 14 mil unidades de atendimento hospitalar privados e que visam lucro no Brasil (classificação CNAE 8610-1). O número corresponde a uma unidade a cada 14.500 habitantes.“A população brasileira está envelhecendo, hoje temos cerca de 30 milhões de idosos e projeções dão conta de que serão mais de 40 milhões até 2030. Este dado por si só, além da carência da população por clínicas e hospitais particulares demonstram a pujança do setor para o futuro”, destaca Denton. O faturamento do setor hospitalar supera R$ 25 bilhões anuais.

Os números da Econodata incluem hospitais e clínicas de atendimento médico com mais de um sócio. No entanto, se forem considerados somente hospitais (públicos e privados), o número cai para cerca de 6.800, segundo o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, o que dá, em média no Brasil, um hospital a cada 30.550 pessoas. “Cerca de 2.000 são privados e com fins lucrativos e a maior parte é independente. É um setor que exibe múltiplos atrativos é altamente pulverizado”. De acordo com o estudo Estatísticas de Saúde de 2014, o país tinha uma média de 2,3 leitos hospitalares (públicos e privados) para cada mil habitantes entre 2006 e 2012, a taxa é inferior à média mundial (de 2,7).

A oportunidade de investir em saúde torna-se ainda maior quando se observa os planos do governo em reduzir os gastos com o segmento. Em recente pronunciamento, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, declarou que seriam necessários somente 20% do total de hospitais públicos que existem no Brasil.

A plataforma da Econodata demonstra que, por região, a Centro-Oeste é a que se destaca em números de atendimentos hospitalares relacionados ao número de habitantes. Ao todo, são cerca de 9.700 pessoas por unidade de atendimento. A pior estatística é da região norte mais 16.500 por unidade. Já as regiões Sul, Nordeste e Sudeste ficam mais próximas da média nacional, com 13.850; 14.770 e 15.200, respectivamente.

Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa