A medida do governo é mais um capítulo em sua disputa com os conselhos de medicina do país. Na segunda-feira, a AGU divulgou um parecer proibindo a exigência de documentos que extrapolassem a lista estipulada pela Medida Provisória que deu origem ao Mais Médicos, como o Revalida. Na terça-feira, o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila, afirmou que mesmo as exigências contidas na Medida Provisória, como a necessidade de apresentar documentos com selo consular, estão sendo desrespeitadas.
Diante da falta de documentos, é grande a possibilidade de o governo ter de adiar, mais uma vez, o início das atividades dos profissionais estrangeiros. Semana passada, justamente para driblar a falta dos registros, o Ministério da Saúde criou, às pressas, um “curso de acolhimento”, para os profissionais nas capitais dos estados onde eles irão atuar. O governo não divulgou qual o prazo que os CRMs têm para responder à notificação da AGU. - Fonte: VEJA Online
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