Com a implantação do programa, as grávidas farão ao longo da gestação, por duas vezes, exames de HIV, sífilis, toxoplasmose, HTLV, hepatites B e C, citomegalovírus e doença falciforme.
“Queremos garantir a prevenção, o acompanhamento e o tratamento das doenças, caso sejam identificadas nas gestantes. É uma oportunidade de ter uma intervenção mais rápida para o início do tratamento”, disse a diretora de Gestão do Cuidado da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), Liliane Mascarenhas.
Os benefícios esperados da implantação do método incluem custos mais baixos, melhoria na eficiência operacional, melhoria do serviço prestado aos beneficiários, foco em uma população alvo prioritária na gestão da saúde nos serviços públicos e obtenção de melhores indicadores de saúde.
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