Os donos da boate e outros dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que se apresentava no momento do incêndio, foram presos na última segunda-feira. O carregador de instrumentos Luciano Bonilha, que havia deixado a cidade por medo de ser linchado, é acusado de acender o “sputnik”, fogo de artifício que deu início ao fogo no local. Á polícia, ele não admitiu tê-lo acionado.
Ainda conforme a polícia, os sócios da boate são acusados de não apresentar imagens das câmeras de segurança nem registros do caixa. As informações poderiam configurar a superlotação da casa – com capacidade para mil pessoas.
Reportagem da Folha de S.Paulo, nesta terça-feira, denuncia que a casa estava autorizada a receber até 691 pessoas, segundo o Corpo de Bombeiros gaúcho. No dia do acidente, abrigava entre 900 e 1.000.
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