“Essa é uma decisão que vai caber ao Partido dos Trabalhadores tomar. Respeitarei qualquer uma das decisões que ele venha a tomar”, afirmou o governador nesta sexta-feira (20), após visitar um navio japonês que trouxe para o Porto de Suape, em Ipojuca, as primeiras prensas da fábrica da Fiat que está sendo construída no Litoral Norte de Pernambuco.
Provável adversário da presidente Dilma Rousseff (PT) nas eleições do ano que vem, Eduardo Campos não quis dar detalhes da conversa que teve com ela na quarta-feira e disse que aceitará ir a nova reunião com ela quando a presidente retornar de Nova York, na semana que vem. “Tantas vezes a presidenta da República do meu país quiser falar comigo, eu vou lá falar com ela. Tenho por ela muita atenção. Ela sabe disso”, disse.
Eduardo deixou incerto qual será o futuro do ministro Fernando Bezerra Coelho. Um dos integrantes preferidos do staff de Dilma Rousseff, Bezerra já disse inúmeras vezes que quer disputar o Governo de Pernambuco.
Ao lado de um dos possíveis nomes pessebistas para a disputa ao Palácio do Campo das Princesas, o secretário estadual da Casa Civil, Tadeu Alencar, Eduardo Campos disse que o partido ainda não está discutindo 2014 porque depende de uma série de “variáveis”. “O quadro aqui em Pernambuco tem uma relação direta com o que vai acontecer no quadro nacional por razões óbvias. Enquanto a gente não tiver muito claro como vai ser o jogo nacional, fica muito difícil para nós do PSB definirmos como que vai se dar o quadro aqui no estado.”(Blog de Magno Martins)
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