“Mas acredito que cinco mil religiosos já ajudariam a resolver a questão”, diz o padre Domingos Barbosa Filho, presidente nacional da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (Osib), entidade vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
“O problema não é só a falta de padres, mas a má distribuição do clero no país. A maior parte está concentrada nas regiões Sul (25%) e Sudeste (45%), enquanto o Norte (3%) sofre com a falta”, completa ele, também diretor do Instituto Católico de Ensino Superior do Piauí.
Uma das alternativas apontadas por Filho para aumentar os candidatos está na pastoral das vocações e no trabalho missionário. No Brasil, há 700 casas de formação de padres (seminários diocesanos, regionais e estaduais).
No Brasil, a Igreja tem estimulado as vocações e um dos atrativos é oferecer gratuitamente o curso de teologia, situação bem diferente da Espanha, que chegou ao extremo de lançar uma campanha na mídia destacando que o padre é um profissional que tem salário e nunca fica desempregado. (Fonte: Diário de Pernambuco)
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