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Policiais federais em greve avaliam paralisação em assembleia geral

          Policiais federais de Pernambuco, em greve desde a terça-feira passada, reuniram-se, nesta sexta-feira (10), em assembleia geral, para avaliar a mobilização. A categoria deve manter a paralisação por tempo indeterminado, uma vez que não houve avanços nas negociações com o Governo Federal.

          Agentes, escrivães e papiloscopistas aderiram à greve nacional depois de três anos reajustes salariais. Além disso, a classe reclama que desde 1996 pede a reestruturação da carreira.

Durante a paralisação, estão suspensas as investigações do crime organizado, a fiscalização das empresas de segurança privada e a expedição do porte e registro de armas. Já a fiscalização dos portos e aeroportos que foi terceirizada para empresas privadas, vão receber uma fiscalização mais rigorosa, o que deve atrasar os voos e a liberação de navios.

Por conta da operação padrão realizada nos aeroportos, os passageiros que tentam embarcar no Aeroporto Internacional dos Guararapes - Gilberto Freyre estão enfrentando transtornos. Filas enormes estão sendo formadas no saguão. A situação começou a ser verificada na noite da quarta-feira passada no setor de embarque internacional.

A ação consiste na realização de uma inspeção mais minuciosa das bagagens. De acordo com o sindicato da categoria, a medida deveria ser rotineira, o que não acontece normalmente por conta da falta de efetivo. Para agilizar o atendimento seria necessária a contratação de mais policiais para o setor e para evitar os transtornos, é feita apenas uma inspeção amostragem. A medida acana contribuindo para facilitar o tráfico de drogas e armas.

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