“Ficamos indignados com isso porque sempre lutamos contra o preconceito. Faço um trabalho com a cultura hip-hop há 20 anos e ensinamos dentro de casa a não ter nenhum tipo de preconceito”, disse ao G1 Willian Domingues, pai de um dos alunos do Colégio Fayal. A escola pediu desculpas e falou em “sério equívoco no bilhete enviado às famílias”.
O filho explicou a Willian que a turma foi dividida em duas classes sociais para uma festa de integração da escola. “De um lado os favelados do Rio de Janeiro, que iriam de bermuda, chinelo, óculos escuros e boné, e a outra metade, vestida como médicos, advogados e empresários, para representar a outra parte da cidade”, explicou Willian em uma rede social.
A direção da escola informou ao G1 que a festa de integração ocorre anualmente e neste ano o tema é Cidadania Solidária, pois no primeiro semestre questões relacionadas às desigualdades sociais foram trabalhadas com os alunos. O que ocorreu, segundo a escola, foi um equívoco na escolha das palavras.
Em um esclarecimento publicado na internet, a escola pediu desculpas e disse que a intenção não era criar estereótipos e “sim expor movimentos de cidadania”.
Fonte: G1
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