De acordo com o Relatório de Análise de Material Apreendido na Cautelar nº 4054/DF (Operação Catilinárias), durante um período de pelo menos seis anos, nenhuma das empresas investigadas, Excelsus e Manoa, apresentam registro de admissão ou demissão de empregados ou realização de quaisquer negócios, funcionando, inclusive, no mesmo endereço, “bastante modesto por sinal”, o que se mostra incompatível com a movimentação financeira registrada, que no ano de 2010, por exemplo apontou para o recebimento de um aporte de R$ 1 milhão depositados pelo próprio titular e sua esposa, dos quais R$ 150 mil considerados “operação suspeita”, pelo COAF, “tudo a indicar terem sido utilizadas pelo investigado para lavar dinheiro proveniente de propina recebida das empreiteiras envolvidas nas obras de Abreu e Lima.”, afirma o Relatório da Polícia Federal, para o Supremo Tribunal Federal.
Blog da Noelia Brito
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