Ao falar na abertura do 10º Encontro Nacional do Poder Judiciário, Cármen Lúcia destacou que o papel da Justiça é exatamente “pacificar”, alertou para uma “intolerância” com a falta de eficiência do Poder Público e ressaltou que os juízes têm “deveres comuns” com a sociedade brasileira num momento de “extrema dificuldade”.
“Nenhum servidor público de qualquer um dos Poderes existe se não pra cumprir uma finalidade constitucionalmente fixada para atender ao interesse público. Como não há paz sem justiça, o que se busca é exatamente que atuemos no sentido de uma pacificação num momento particularmente grave, porque aqui, como em outros lugares, nós somos servidores públicos diretamente responsáveis por resolver conflitos que estejam nos processos”, disse Cármen Lúcia.
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