"Demos um passo a mais. Provamos que somos capazes de jogar contra os melhores do mundo. Estamos de parabéns. Queríamos uma medalha, claro. Mas temos que respeitar a evolução, que é lenta. Só nao saio satisfeito como segundo tempo. Foi muito abaixo do que podemos. Cansamos fisicamente", disse Henrique Teixeira.
A equipe nacional foi derrotada pela França, atual campeã olímpica e bicampeã mundial, por 34 a 27, em um jogo que foi parelho do início ao fim. Por isso, mesmo com a derrota, os jogadores demonstraram o orgulho sentido pelas apresentações no Rio de Janeiro.
"Saio com a sensação de que fizemos tudo. Demos 200%. Se não fizemos mais, é porque não podíamos. Eles foram melhores. Não tem gosto de quase porque quase é quando você não dá tudo o que pode. Mais do que fizemos, não dava. O que fica é o gosto de que precisamos continuar trabalhando", Thiagus Petrus, capitão da seleção.
Essa foi a primeira vez que a seleção foi além da fase de grupos. Antes, a melhor colocação em Jogos Olímpicos era o décimo lugar, em Atenas-2004. Prova de que a atual geração está começando a crescer e dar frutos.
A dúvida que ficou após a partida é se o técnico espanhol Jordi Ribera prosseguirá no comando da seleção para o próximo ciclo olímpico. Ele mesmo não respondeu.
"Ainda não sei. Quando estivarmos mais tranquilos vamos conversar e decidir se fico para o próximo ciclo olímpico ou não", disse o treinador.
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