Segundo a colunista, nos bastidores, há críticas à postura do Itamaraty e à "excessiva politização" da discussão sobre a sucessão no grupo de países, que está sem líder há 15 dias. A situação pode ser prejudicial "justamente no momento em que o Brasil precisa de uma injeção de ânimo em sua economia".
Brasil, Argentina e Paraguai se opõem à posse da Venezuela na presidência do bloco. Já o Uruguai defende o país de Nicolás Maduro.
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