De acordo com a Polícia Civil, o corpo foi encontrado pela patroa de Renata, que foi à casa de funcionária prestar apoio por causo do sequestro. A empregadora encontrou a porta da residência entreaberta e resolveu entrar.
“Ao chegar no imóvel que estava vazio e com a porta aberta, a patroa de Renata começou a sentir um mau cheiro e investigou de onde vinha o odor. Quando ela abriu a panela de pressão, viu o corpo de um bebê e chamou a polícia. A mãe não estava na casa, pois haveria um protesto na cidade por conta do desaparecimento da criança”, conta Valéria Chaves, responsável pela 23° Coordenadoria Regional de Eunápolis.
A mãe do bebê sequestrado não foi localizado. Agora, o corpo passará por exame de DNA para que seja determinado se ele é ou não filho de Renata.
Sequestro – Renata denunciou, no sábado, que o filho estava na sala de casa no carrinho quando foi levado. No momento do crime, ela estaria nos fundos da casa lavando roupa. Testemunhas teriam relatado que uma mulher fugiu com o bebê de carro.
A suspeita teria estatura mediana, pele morena e cabelo preso em um coque. A criança morava sozinha com a mãe. O pai do bebê mora em outro local e teria sido ouvido pela polícia. Sua participação no crime foi descartada. Os investigadores solicitaram imagens de câmeras de segurança da região para ajudar na perícia. Notícias ao Minuto
Nenhum comentário:
Postar um comentário