O aumento no trimestre foi impulsionado por dois setores: indústria (onde entra a construção civil) e serviços (também engloba comércio, transporte, administração pública) com aumentos de 3,1% e 3,3%, respectivamente.
No caso da indústria, o destaque foi a indústria de transformação, sobretudo alimentos e bebidas. O aumento do setor foi de 2,6% no primeiro trimestre. No Brasil, o crescimento foi de 4,6%. “Esperamos que o percentual nacional contamine o local para que cresça mais no resto do ano. É assim que costuma ser”, comentou o diretor de pesquisas da Condepe/Fidem, Rodolfo Guimarães.
Em serviços, o destaque foram os setores de transporte (9,8%) e comércio (5,9%). Na contramão, a agropecuária caiu no segundo trimestre. A queda de 1,7% foi causada pela seca, que gerou fortes perdas na pecuária e nas lavouras permanentes (culturas de longa duração). As plantações de itens temporários, como feijão e mandioca, impediram um decréscimo maior do índice. As informações são do JC Online.
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