Sua mãe, Claire Ives, de 29 anos, que tem outros dois filhos, descobriu o problema em exames no final da gravidez.
Ela tomou remédios para tentar reduzir o ritmo de batimentos cardíacos da criança, mas, como a medicação não deu resultados, os médicos resolveram fazer uma cesárea para tratar o recém-nascido diretamente.
O tratamento pioneiro que terminou salvando a vida de Edward foi colocado em prática por uma equipe do University College London Hospital.
Ele consistiu no resfriamento do corpo da criança de 37 para 33,3 graus Celsius com o uso de uma coberta recheada com gel.
O objetivo era reduzir o batimento cardíaco do bebê, que foi sedado para não se movimentar.
Mas manter o equilíbrio do corpo da criança foi uma tarefa complicada – e médicos tiveram de usar um desfibrilador cinco vezes para evitar que o coração de Edward parasse.
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