A possível tortura contra o animal foi investigada pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra o Meio Ambiente de Goiás. De acordo com o delegado do caso, Luziano Severino de Carvalho, a história não passou de mais um “causo” do goiano.
“Fomos à chácara da família do Dhomini. Fizemos a reconstituição do suposto crime e, com ajuda de um veterinário, constatamos que seria impossível arrancar os dentes de um cachorro com um machado sem matar o animal. O machado provocaria lesões graves e profundas que matariam o cachorro”, explicou Carvalho.
O inquérito foi concluído nesta terça-feira, dia 22, e remetido à Justiça, com a sugestão de que seja arquivado.

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