A escola da aldeia teve que ser interditada no início do ano letivo pela Polícia Federal, por conta de desavenças entre duas facções da mesma etnia, que resultou na expulsão de crianças e demissão de professores indígenas da escola.
Estão presentes na audiência, que começou por volta das 9h, representantes da Secretaria Estadual de Educação, Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Fundação Nacional do Índio (Funai), Conselho de Educação Escolar Indígena de Pernambuco, Gerência de Articulação Municipal do Estado de Pernambuco, Procuradoria do Estado de Pernambuco, entre outros.
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