A reformulação do currículo vale para todas as rede de ensino. Mas a particular tem a vantagem de já ter começado esse ensaio, principalmente depois de as universidades federais, como a de Minas Gerais (UFMG), adotarem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso. De qualquer maneira, as mudanças seguem como um desafio.
O documento em avaliação deve servir de base para ações de curto, médio e longo prazos, a serem desenvolvidas pelo Ministério da Educação (MEC). A base é a reforma curricular e a ampliação da educação em tempo integral, além de mais investimento em infraestrutura. Na nova grade de currículo, o MEC espera uma articulação interdisciplinar, de forma que as matérias sejam organizadas em atividades integradas por eixos de referência: trabalho, ciência, tecnologia e cultura.
Já as disciplinas deixam de ser isoladas para dialogar em áreas, a exemplo do que ocorre no Enem: ciências da natureza, humanas, linguagens e matemática.
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