Em Pernambuco, número de candidatos inaptos é 45% maior

          Quando o assunto é candidato inapto para a disputa, em Pernambuco os números da eleição deste ano superaram os do pleito de 2008. Entre postulantes a prefeito, a vice e a vereador sem condições de concorrerem, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizou, até esta terça-feira (7), 1.384 nomes, contra as 949 pessoas na mesma situação registradas há quatro anos.

          Somente entre os postulantes a executivos municipais, 42 devem sair ou já saíram da corrida eleitoral. As razões variam: há casos de falecimento e renúncia; outros não tiveram o pedido de registro apreciado pelo juiz.

          O principal motivo, porém, é o indeferimento, isto é, candidaturas derrubadas pela Justiça Eleitoral por questões como falta de documentação ou improbidade administrativa, que corresponde à temida Lei da Ficha Limpa.

          Em Timbaúba, na Zona da Mata Norte, os dois candidatos a prefeito foram considerados inaptos. Um deles, Gilson Muniz (PMDB), teve o pedido de candidatura negado pela Justiça Eleitoral. O outro, Gilvanildo (PSC), renunciou. Chama a atenção, também, o caso de Ouricuri, onde três dos seis concorrentes ao Executivo tiveram o pedido de registro indeferido pelo juiz local. Em Palmares, na Mata Sul, o número de indeferimentos chegou a dois – Cesar Romero (PSL) e Beto da Usina (PDT), candidato à reeleição. O município tem cinco candidatos.

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