A maioria dos municípios de Pernambuco foi avaliada em situação difícil ou crítica no que diz respeito à eficiência na gestão orçamentária das prefeituras. É o caso de 164 cidades pernambucanas, o que representa 91,6% dos municípios investigados. Entre os 500 piores desempenhos do país, 60 são do Estado. Os dados são do Índice Firjan de Gestão Fiscal, criado pelo Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para avaliar a qualidade de gestão fiscal dos municípios brasileiros.
Dois fatores foram determinantes para o cenário negativo de Pernambuco: elevado comprometimento com gastos de pessoal e problemas na administração dos restos a pagar. Na 4ª posição no ranking estadual e na 579ª no ranking nacional, Recife ficou com a 9ª posição entre as capitais brasileiras e à frente das demais capitais nordestinas.
No topo do ranking estadual, os dez melhores municípios são, em ordem do primeiro para o décimo colocado: Custódia (0,7599), Granito (0,7352), Salgueiro (0,7218), Recife (0,7116), Vertentes (0,7070), Olinda (0,6944), Ipojuca (0,6570), Carnaíba (0,6569), São José da Coroa Grande (0,6536) e Triunfo (0,6485).
Na outra ponta do ranking, entre os dez piores resultados, estão Timbaúba (0,1717), Paranatama (0,1702), Camutanga (0,1669), Inajá (0,1599), Barreiros (0,1586), Goiana (0,1456), Brejo de Madre de Deus (0,1453), São Joaquim do Monte (0,1360), Itambé (0,1332) e Paudalho (0,1320), município que registrou o pior desempenho no estado.

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